Quem somos

A Tikré Brasil é uma empresa de consultoria ambiental que desenvolve soluções inovadoras com o objetivo de promover o desenvolvimento sustentável de áreas degradadas ou alteradas, considerando os impactos ambientais e sociais envolvidos. Proporcionar a revegetação plena das áreas e a geração de renda para propriedades e comunidades do entorno, de forma associada à preservação da variabilidade genética das espécies, é um desafio que combina restauração, economia de custos e consciência ambiental. 

Com atuação em projetos de avaliação e execução de iniciativas de restauração ecológica, levantamentos biológicos de paisagem e vegetação e ações de ecofisiologia vegetal, a empresa foi criada pelos biólogos Helena Lara e Gustavo Paiva. Com mais de dez anos de experiência no desenvolvimento de pesquisas envolvendo espécies nativas e biodiversidade, a dupla tem como intuito agregar valor ao dia a dia de empresas e instituições, em todos os seus projetos.

Missão

Atender as necessidades ambientais dos nossos clientes através da assessoria e consultoria técnica para o desenvolvimento econômico e sustentável do país com o auxílio de parcerias público-privada. 

Visão

Buscar equalizar questões relacionados a conservação, alterações e controle ambiental em distintos segmentos da economia e da sociedade. Sempre com atuação focada na excelência, precisão e compromisso social.

Valores

Ética, Compromisso, Organização, Transparência, Responsabilidade, Clareza, Socialmente Ativa, Produtividade, Pontualidade, Objetividade, Humana, Inovação, Resiliência.

Nossa Equipe

Alf

Allf Santos Lima

• Formação: Ensino Médio.

• Experiências: Levantamentos de dados primários da vegetação com enfoque em restauração ecológica de áreas degradadas em APP e RL de Usinas Hidroelétricas e propriedades rurais. Tem experiência teórica e prática em todo o processo (diagnóstico e seleção de áreas, seleção de espécies, coleta beneficiamento e armazenamento de sementes, preparo do solo, plantio de semeadura e mudas, manutenção preventiva) de restauração ecológica no Cerrado, incluindo mobilização social. Já conduziu o plantio em campo de mais de 30 (Bacia do Rio Pipiripau-Planaltina-DF hectares de semeadura direta com manutenção e monitoramento. Tem experiência no registro fotográfico e acompanhamento analítico e operacional das atividades em campo.

Helena

Dra. Helena Lara Lemos Rocha (CRBio 112717/04-D)

• Proprietária-Responsável Técnica
• Formação e Titulação: Bióloga (ULBRA – 2009), Especialista em Gestão e Planejamento Ambiental (ITOP 2012), Msc em Ciências Florestais (UNB – 2013) e Dra em Botânica (UNB – 2016).
• Experiências: Inventário Florestal Nacional, Licenciamento Ferrovias NorteSul e Centro-Leste, Licenciamento de empreendimentos agrários (Xingu Agrícola S.A., Passareli) e mineradores (Nexa S.A.), monitoramento da vegetação (UHE SEFAC), biomonitoramento do impacto da emissão de poluentes atmosféricos sobre a vegetação nativa do cerrado (CMOC), recuperação de áreas degradadas no Distrito Federal (WWF, R2, Embragea/ Sicoob), Goiás e Minas Gerais (Agrícola Xingu).

Gustavo

Gustavo Paiva Evangelista da Rocha (CRBio 80200/04-D)

• Formação e Titulação: Biólogo (UFU – 2011), Msc em Botânica (UNB – 2014).
• Experiências: Levantamentos de dados primários da vegetação e Restauração Ecológica e mobilização social nos Biomas Cerrado (EMBRAPA, UHE SEFAC S.A., WWF, R2), Amazônia (UHE Jirau); em Sensoriamento Remoto na área de classificação da cobertura vegetal do solo e avaliação da regeneração natural (UHE Jirau); e na elaboração de EIA/RIMA e PRADs no contexto de Licenciamento Ambiental e Termo de Ajuste de Conduta de empreendimentos Hidroelétricos, Mineradores, Rodoviários e Agrosilvopastoris em Goiás e Minas Gerais. Ainda atua no biomonitoramento de espécies vegetais arbóreas do Cerrado no contexto de empreendimentos mineradores (Anglo American, CMOC).

Publicações Científicas

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Pesquisas

Semeadura direta: por que acreditamos?

Estudo desenvolvido com base em projetos da Tikré Brasil.

Publicações

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Semeadura direta: por que acreditamos?

Uma aplicação efetiva para grandes áreas

A semeadura direta é uma forma de plantio na qual as sementes são lançadas diretamente na área a ser restaurada, reproduzindo o ciclo criado pela natureza. Além de estimular a seleção de espécies nativas, a técnica de semeadura direta contribui com a cobertura efetiva do solo, bem como para a recuperação das funcionalidades ecossistêmicas, possibilitando a regeneração agloflorestal e a produção de alimentos em curto, médio e longo prazo.

Entretanto, o bom desempenho dessa metodologia depende de condições mínimas para que ocorra a germinação das sementes e as mudas cresçam e se estabeleçam. Para gerar um processo contínuo de regeneração, é fundamental associar o levantamento das características botânicas e ecológicas dos locais a serem restaurados ao posterior monitoramento das áreas, a fim de que sejam realizadas as intervenções necessárias, quando preciso.

Além de possibilitar o desenvolvimento ambiental e sustentável de áreas degradadas, o uso da semeadura direta promove impacto social, uma vez que cria um ciclo de geração de trabalho e renda para comunidades ribeirinhas, trabalhadores rurais e pequenos produtores, que contribuem tanto na seleção quanto na coleta das espécies nativas a serem plantadas.

Ao analisar o desempenho do solo que recebeu a semeadura direta, em comparação ao plantio de mudas (quando são selecionadas espécies vigorosas e sadias), é possível extrair resultados favoráveis do processo de semeadura:

  • Enriquecimento das áreas degradadas;
  • Preservação de espécies pioneiras;
  • Redução do tempo necessário para a colheita;
  • Baixo custo.